Description:Este número 6 de Crítica XXI abre com um artigo de Jaime Nogueira Pinto, “A Direita e as Direitas – A Direita Revolucionária” que, continuando a série sobre a conceptualização das direitas, trata das origens francesas da direita revolucionária, com o populismo no fim do século XIX; e depois se detém nas fundações do primeiro fascismo mussoliniano.Em “Do intelectual militante ao militante intelectual”, Alexandre Franco de Sá analisa estas “figuras”, detendo-se nas obras e na experiência de autores activistas como Gramsci, Lukács, Sartre; passa depois ao papel dos académicos contemporâneos na esfera universitária anglo-saxónica e ao seu reflexo contraditório entre uma bela imagem (rebelde) de si mesmos e a imposição dos dogmas do pensamento correcto a que se dedicam.Léo Strauss, um dos muitos judeus alemães emigrado para os Estados Unidos, é um pensador determinante do conservadorismo contemporâneo. Em “50 anos da morte de Léo Strauss”, Tomás Cruz evoca o pensador crítico de Maquiavel e Hobbes, lembrando a sua análise singular da modernidade maquiavélica, como ruptura com o pensamento dos clássicos.Carlos Maria Bobone, editor da Crítica XXI, faz em “Linhas Vermelhas” uma história breve deste conceito; é, na conjuntura pré-eleitoral, um texto muito oportuno em termos de avaliação de alianças e estratégias.João Pedro Marques, que tem estado presente na resposta às fábulas e caricaturas progressivas da História portuguesa, vem, em “Portugal e a questão do trabalho forçado nas regiões tropicais”, fazer a rectificação às acusações de prática de trabalho forçado no Império africano português.André Abranches em “Da interpretação dos grandes livros” aconselha os leitores dos Clássicos a lê-los directamente, no próprio texto, sem mediadores. Mas, a propósito de interpretações, relata uma polémica Leo-Strauss- Alexandre Kojève, dois autores contemporâneos que nos ajudam na leitura crítica dos Antigos.Prosseguindo com os seus textos sobre o Liberalismo em Portugal, Rui Ramos, no seu artigo “A Guerra Civil como Guerra Religiosa”, explica a importância do factor religioso na divisão entre liberais e miguelistas que levou à mais dura das guerras civis em Portugal. Na visão diferente e oposta de religião esteve a mais profunda, por irreconciliável, causa da guerra.Duarte Branquinho ouviu em entrevista Jean-Yves Gallou, um representante da “Nova Direita” identitária francesa, que se tem dedicado no espaço público à acção político-cultural, uma acção que tem dado frutos políticos constantes e crescentes.Passando às Notas Críticas, Luís Alvim faz a recensão do polémico livro de Nuno Palma, As causas do atraso português. O autor foi objecto de grandes ataques da Esquerda, especialmente por fazer justiça ao Estado Novo, em matéria de alfabetização e de desenvolvimento económico, Mas a razão das razões do atraso, teria a ver com o absolutismo pombalino, suspendendo a representação popular e criando monopólios. O ouro do Brasil e os fundos europeus acrescentaram à letargia nacional.Outra recensão é de Jaime Nogueira Pinto ao último livro de Emmanuel Todd, o autor francês que, em 1976, previu o “fim da União Soviética”, 25 anos depois. O pior é que, desta vez, com factos e argumentos fortes de suporte, Todd fala da “Derrota do Ocidente”.Vasco Cordovil Cardoso leu The Case Against the Sexual Revolution – A new guide to sex in the 21st century, como o testemunho de alguém que conheceu e viveu de boa-fé a referida revolução. E que fez a respectiva autocrítica.Miguel Morgado é um académico da área do pensamento político, da Filosofia e da Ciência Política. Desta vez entrou numa área fronteiriça – a Geopolítica. Lívia Franco faz a recensão crítica dessa incursão, em Uma Genealogia da Geopolítica Europeia.We have made it easy for you to find a PDF Ebooks without any digging. And by having access to our ebooks online or by storing it on your computer, you have convenient answers with Crítica XXI n.º 6. To get started finding Crítica XXI n.º 6, you are right to find our website which has a comprehensive collection of manuals listed. Our library is the biggest of these that have literally hundreds of thousands of different products represented.
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